Cléo Alves Pinto nasceu em Curitiba (1979), viveu muito tempo em Minas Gerais e desde 2009 mora em Brasília. É arquiteta e urbanista, e também formada em Pedagogia.
Começou a fotografar profissionalmente em 2015. Por meio de projetos autorais tem investigado questões como relações entre espaços públicos e privados, privacidade, modos de viver e de morar.
Interessa-se por lugares, cidades, percursos, casas, arquivos, e acredita que não há nada mais interessante do que a vida real.

SELEÇÕES E PREMIAÇÕES               
2018. Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea. Uma das 12 premiadas, com imagens da série Vitrinas de La Habana. A Comissão de Seleção e Premiação foi formada por: Agnaldo Farias, Clarissa Diniz, Guga Carvalho, Marilia Panitz e Lisette Lagnado.
2018. Foto em Pauta - Imagens da série Vitrinas de La Habana foram escolhidas para compor a exposição Transoeste, com curadoria de João Castilho e Pedro David. A série Amsterdamse ramen-etalages foi escolhida para ser apresentada na Mostra de Portfólios, com curadoria de Márcia Mello e Carlos Carvalho.
2017. Convocatória Lavando a Alma do Atelier Oriente - A série ACQUA foi selecionada como uma das dez melhores entre as inscritas.
2016. Prêmio Gávea de Fotografia - O projeto Membranas foi selecionado como um dos 15 melhores na Categoria Fotolivro, entre os mais de 500 inscritos.
2016. Foto Capital - O projeto Membranas foi escolhido com um dos três melhores portfólios entre os apresentados nas leituras.

EXPOSIÇÕES      
Março de 2018 – Exposição coletiva “Transoeste” no Festival Foto em Paula, em Tiradentes, com imagens da série Vitrinas de La Habana. A exposição foi resultado de uma expedição realizada nas capitais do Centro Oeste, com curadoria de João Castilho e Pedro David.
Abril e Maio de 2017 – Exposição coletiva “Sobre linhas, membranas e fronteiras” no Museu Nacional da República, em Brasília, com o projeto Membranas. A exposição foi resultado da seleção dos três melhores portfólios do Foto Capital 2016. Realização d’ A Casa da Luz Vermelha e curadoria de Renata Azambuja.
Julho de 2015 – Exposição coletiva “Moradas imaginárias e suas telhas aparentes” com o projeto Membranas.  A exposição foi o produto final do 3º Ciclo do Núcleo de Produção em Fotografia Contemporânea da Galeria Ponto. em Brasília/DF, com curadoria de Hannah Gopa.
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